Descubra como bots, concorrentes e VPNs drenam seu orçamento de anúncios e como o Badclicks bloqueia esses cliques em tempo real.
O problema não é apenas o clique caro
Uma campanha pode parecer saudável no painel do Google Ads e ainda assim carregar tráfego que não tem intenção real de compra. Bots, datacenters, proxies, VPNs e padrões repetitivos de navegação distorcem métricas e consomem orçamento.
O primeiro passo é separar suspeita de certeza. Nem todo clique de uma VPN é fraude, assim como nem todo clique repetido é necessariamente malicioso. A proteção precisa reunir sinais, registrar o contexto e preservar a decisão do gestor.
- CPC e CPA deixam de representar o tráfego realmente útil.
- Picos de cliques podem esgotar o orçamento antes dos horários de maior conversão.
- Relatórios ficam difíceis de interpretar quando tráfego inválido não é identificado.
Como o Badclicks analisa cada acesso
O Badclicks funciona como uma camada de rastreamento entre o anúncio e a página de destino. Cada acesso passa por um link configurado para registrar o contexto do clique antes do redirecionamento.
O sistema combina IP, user-agent, país, sinais de VPN ou proxy, datacenter, gclid, horário e velocidade de repetição. Esses sinais alimentam um Fraud Scoring Engine com pontuação de 0 a 100, criando uma fila de análise para o time de marketing.
- Captura de dados do clique em milissegundos.
- Classificação por score e status: válido, suspeito ou bloqueado.
- Histórico para comparar campanhas, períodos e origens de tráfego.
- Dashboard com economia estimada e distribuição dos eventos.
Bloqueio manual: controle antes da ação
Uma proteção útil não deve transformar uma suspeita em bloqueio irreversível sem contexto. Por isso, o fluxo do Badclicks mantém o bloqueio manual: a equipe revisa os sinais e decide o que deve ser adicionado às exclusões da conta.
Essa etapa reduz o risco de prejudicar usuários legítimos e permite criar uma política própria para cada operação. O objetivo é dar velocidade para agir sem retirar o controle de quem conhece a campanha.
Implementação em cinco passos
A implantação pode ser organizada sem alterar toda a estrutura de mídia de uma vez:
- Mapeie as campanhas e defina quais domínios serão protegidos.
- Adicione o template de rastreamento às URLs dos anúncios.
- Observe o histórico por alguns dias e valide os padrões suspeitos.
- Revise a fila de IPs e aplique bloqueios com aprovação do responsável.
- Compare CPA, conversões e orçamento protegido antes e depois da operação.
Quais métricas acompanhar
O valor da ferramenta aparece quando a análise de fraude é conectada ao resultado da campanha. Não basta contar IPs bloqueados: é preciso verificar se a qualidade do tráfego e a eficiência do orçamento melhoraram.
Comece com uma linha de base por campanha. Registre gasto, cliques, conversões, CPA e percentual de tráfego suspeito. Depois, acompanhe as mudanças com o mesmo período de comparação e sem atribuir toda variação a uma única causa.
- Percentual de cliques suspeitos por campanha.
- CPC e CPA antes e depois da rotina de análise.
- Conversões assistidas por origem e dispositivo.
- Tempo entre a detecção e a decisão de bloqueio.
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